As perguntas a seguir foram recebidas por diferentes maneiras pela nossa equipe. Particularmente, muitas foram feitas durante a nossa live Tudo o que você queria saber sobre LGPD mas não tinha para quem perguntar. Se você não assistiu, vale a pena conferir no nosso canal do YouTube!

Não. As empresas já precisam estar adequadas à LGPD. O único prazo que existe, por enquanto, é para o início de de autuação da ANPD, que só poderá fazê-lo a partir de agosto de 2021. Entretanto, como já é uma obrigatoriedade imposta por lei, o Ministério Público e os Procons poderão ser acionados.

De acordo com o Art. 1º da LGPD, o objeto da lei é a proteção da pessoa natural, ou seja, não se visa proteger pessoas jurídicas. Com relação a dado pessoal sensível, é o dado que oferece um maior risco de ser utilizado para violar direitos, como por exemplo, para discrimação. Conforme descrito no Art. 5º, inciso II, dado pessoal sensível é o “dado pessoal sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural”.

A partir de agosto de 2021. Em caso de denúncia ou incidente, pode também estar sujeito a sanções legais.

Embora as sanções previstas na LGPD apenas possam ser aplicadas pela ANPD a partir de 1º de agosto de 2021, um cidadão que se sentir lesado em caso de violação de direitos, poderá ajuizar ação com pedido de reparação civil. Além disso, outros órgãos como o Ministério Público, Senacon e Procons possuem legitimidade para representar uma coletividade para pedido de reparação.

Essa questão é rodeada por algumas polêmicas. A primeira tem relação sobre a personalidade jurídica do Condomínio. Como o condomínio não está no rol do Art. 44 do Código Civil, há doutrinadores que entendem que o condomínio não é pessoa jurídica. Lembre-se que a LGPD aplica-se a pessoa natural ou jurídica que trata dados pessoais. Assim, se o condomínio não é pessoa jurídica, em tese, não teria obrigatoriedade de adequação a LGPD. Entretanto, a doutrina majoritária e os tribunais têm entendido que os condomínios são equiparados a pessoa jurídica de direito privado. Independentemente da personalidade jurídica ou não do condomínio, não poderemos afastar dessa análise que a LGPD surgiu para proteger o titular dos dados, assim, considerando que o condomínio trata dados pessoais que podem colocar em risco direitos dos cidadãos, devem observar as disposições da LGPD. Por fim, por se tratar de uma questão peculiar, é possível que a ANPD edite norma trazendo flexibilizações específicas para o caso dos condomínios.

Uma vez identificado o controlador ou operador que estavam tratando os dados pessoais, esses podem ser responsabilizados. Talvez o desafio dos vazamentos recentes é de fato saber qual a origem dos dados.

Não há determinação legal sobre quem pode ser ou qual a formação necessária para exercer a função de Data Protection Officer - DPO, ou Encarregado de Dados. No entanto, há alguns pontos que merecem ser observados pela empresa, a saber: (a) o DPO precisa ter conhecimento profundo da LGPD, assim como dos processos da própria empresa; (b) apesar do acúmulo de funções não ser explicitamente proibido, convém evitar que o Encarregado de Dados não exerça outra atividade que possa suscitar conflito de interesses, como por exemplo questões relacionadas ao desempenho da empresa; e (c) é considerada boa prática ter a remuneração do DPO desvinculada dos resultados financeiros da empresa, para que esses resultados não interfiram nas suas responsabilidades para com os titulares dos dados. Feitas essas ressalvas, qualquer pessoa - ou até mesmo um grupo de pessoas, tendo alguém como ponto focal para comunicação - pode exercer a atividade.

O mailing, embora coletado quando a LGPD ainda não estava em vigor e, portanto, não estava sujeito às normas legais, precisa encontrar uma das dez bases legais previstas na Lei para que possa continuar a ser utilizado. Cabe à empresa verificar, tendo sempre em mente os princípios da finalidade, da necessidade e do mínimo necessário, se e em qual base legal pode ser fundamentado o tratamento e uso das informações coletadas pelo mailing.

Caso os contratos firmados anteriormente à promulgação da LGPD envolvam, de qualquer forma, o tratamento de dados pessoais, será necessária uma revisão. No entanto, a LGPD prevê um prazo razoável - que ainda não está regulamentado - para que as empresas façam esses ajustes.

A LGPD parte do princípio de que cabe às empresas dispender “esforço razoável” para garantir a segurança dos dados pessoais sob sua tutela. Isso inclui utilizar tecnologias e procedimentos adequados disponíveis no momento do tratamento dos dados. Para se resguardar e evitar possíveis problemas, a empresa precisa produzir evidências de que está tomando as precauções possíveis e necessárias nesse sentido, bem como utilizar ferramentas que comprovem os esforços para a gestão e tratamento dos dados pessoais. Espera-se que a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, quando da regulamentação da Lei, dê mais clareza ao que se pode considerar “esforço razoável”.

Pela Lei, as empresas têm a obrigação de divulgar, de maneira clara, inequívoca, específica e transparente, de que maneira irá coletar, tratar e utilizar os dados pessoais. O primeiro passo para ter certeza de que os dados não serão utilizados indevidamente é verificar se essa obrigação de divulgação é cumprida pela empresa - em geral, os usos estão previstos na Política de Privacidade e/o nos Termos de Uso disponíveis no sítios eletrônicos. No entanto, isso ainda não é suficiente, uma vez que não são aceitas descrições genéricas para o uso e tratamento dos dados. A situação deve ser concreta e imediata - não é possível a empresa coletar dados para utilizar no futuro, em um período indeterminado. Se você verificar que seus dados estão sendo utilizados sem a sua permissão, ou de maneira que pode ser considerada não razoável, o titular dos dados deve entrar em contato com a empresa, podendo solicitar que o uso indevido cesse ou até mesmo que seus dados pessoais sejam removidos - com exceção de alguns casos previstos em Lei, a empresa tem a obrigação de atender a solicitação. Se a solicitação à empresa não surtir efeito desejado, o titular pode ainda entrar em contato com órgãos como o Procon e até mesmo fazer uma denúncia junto à Autoridade Nacional de Proteção de Dados, sendo cabível, também, ingressar com ação judicial contra a empresa.

Diversas seguradoras já oferecem o chamado cyber risk. Ainda existem alguns aspectos legais, operacionais e comerciais que precisam de regulamentação, tanto pela SUSEP como pela ANPD.

O artigo 18 da LGPD garante amplo acesso, tanto aos dados constantes como do tratamento que foi dado a eles.

Se no seu relacionamento ocorrer a troca de informações de pessoas físicas e seus parceiros estiverem em países onde consta uma legislação de proteção de dados, sim, você poderá ser afetado. No caso da União Europeia, a GDPR (lei europeia), especifica o tratamento a ser dado nesses casos.

Organizações sem fins lucrativos têm as mesmas obrigações das demais empresas, estando sujeitas às mesmas penalidades. No caso de uma organização que trabalha com jovens, especialmente crianças de até 12 anos, há ainda que se considerar os aspectos específicos relacionados ao tratamento dos dados pessoais de crianças e adolescentes, que exigem, dentre outros cuidados previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, o consentimento dos pais ou responsável legal pelo menor de 18 anos para qualquer tipo de tratamento de dado pessoal. O fato de ser uma organização sem fins lucrativos não impede que a Autoridade Nacional de Proteção de Dados imponha multas pecuniárias, embora esse seja o último recurso punitivo.

Já é possível as empresas obterem um certificado de conformidade de proteção de dados, atendendo aos requisitos da LGPD e das demais normas que regulam essa certificação. Ainda não existe uma obrigatoriedade legal, mas algumas empresas já exigem algum certificado de conformidade com a LGPD junto a seus parceiros comerciais.

A LGPD não diferencia pessoas naturais em razão do cargo ou função que ocupam. Se controladores ou operadores tratam dados pessoais, devem se adequar a lei.

Se sua empresa toma decisão sobre como os representantes tratam os dados, como por exemplo, fornecendo sistema de informação centralizado com formulários padronizados para todos eles, nesse caso, poderá haver responsabilização. Por outro lado, se sua empresa enquanto distribuidora, recebe dados dos representantes dos clientes para faturamento, por exemplo, também precisará observar a LGPD. Além disso, entendemos que os representantes são pessoas físicas e possivelmente são armazenados dados pessoais dos representantes para diversas finalidades. Para uma compreensão complete, o ideal é realizar um mapeamento dos dados pessoais e processos para entender quais dados pessoais são coletados e em que momento de cada um dos processos.

O ideal realmente seria que a informação do uso pretendido para os dados pessoais coletados estivesse mais clara no momento da coleta. No entanto, ao fazer a inscrição para um evento, há um interesse legítimo de que quem está organizando o evento tenha condições de entrar em contato com aquele que está interessado em participar deste evento - ou seja, do lado de quem faz a pergunta, há uma legítima expectativa de ter a sua pergunta respondida e de receber informações sobre o evento. Trata-se, portanto, de um caso de legítimo interesse da empresa para poder informar o titular dos dados sobre as condições de realização daquele evento - como, por exemplo, informar o link de acesso no caso da nossa live sobre Tudo o que você queria saber sobre LGPD mas não tinha para quem perguntar.

Já existem empresas e profissionais no mercado prestando consultoria para a implantação da LGPD. Por ser uma instituição agnóstica, o Instituto Modal não pode indicar uma empresa específica, mas pode recomendar que, ao decidir por uma empresa para prestar esse tipo de serviço, você verifique se o consultor: (a) possui experiência prévia em outros projetos de implantação de LGPD; (b) possui profissionais com formação multidisciplinar - legal, tecnológica e de gestão de processos - e adequada ao perfil da sua empresa (a contratante); (c) tenha atuação em todas as disciplinas que compõem a LGPD; (d) tenha competência para capacitar a equipe da sua empresa em relação às demandas e, principalmente, à cultura imposta pela LGPD. No entanto, antes de contratar uma consultoria, convém que pelo menos um profissional da sua empresa tenha capacitação suficiente para poder avaliar as propostas e os serviços oferecidos pelas consultorias. A LGPD é uma lei nova, extensa e transversal, com impactos em diversas outras leis, e requer um entendimento profundo de como irá afetar os processos internos, as relações com clientes, colaboradores e fornecedores, e até mesmo quais os possíveis impactos financeiros que podem decorrer do cumprimento - ou do descumprimento - da Lei.

Resposta curta: buscando a melhor capacitação possível sobre a LGPD e todos os assuntos relacionados a ela. Resposta longa: vide resposta curta, depois continue a se capacitar.

Não há exigência legal de qualificação mínima para qualquer profissional que venha a trabalhar com a LGPD no Brasil. No entanto, recomenda-se que o profissional conheça a Lei em profundidade, assim como os processos próprios da empresa. Atualmente já estão disponíveis vários cursos que certificam profissionais nesses aspectos - como os oferecidos pelo Instituto Modal - e que podem contribuir para o sucesso de programas de implantação e de manutenção da conformidade com a LGPD.

O consentimento é uma das dez hipóteses de tratamento de dados - talvez a mais frágil para a empresa, porque o titular dos dados pode retirar o consentimento a qualquer momento. A recomendação é, sempre que possível, usar outra base legal para o tratamento dos dados pessoais que não seja o consentimento. Se não for possível usar outra base, é necessário que o titular dê seu consentimento formalmente, de maneira livre, informada, inequívoca e específica para aquela finalidade concreta. Isso é particularmente importante para o tratamento de dados sensíveis, quando, além de estar claro e transparente, a informação deve estar destacada. Também valem outras dicas para aumentar a segurança da empresa: ter uma política de tratamento de dados pessoais bem transparente, clara; não utilizar opções de consentimento que venham já marcadas (o titular deve ter a liberdade de dar ou não o seu consentimento, sem ser induzido a isso).

Alguns estudos publicados no final de 2020 apontam que 86% das empresas estão atrasadas com suas ações de adequação à LGPD, sendo que somente 24% já teriam algum grau de maturidade em relação ao tema. Outro estudo aponta que, dentre as 400 empresas pesquisadas, 64% afirmaram não estar em conformidade com a Lei; dessas, 24% estavam se adaptando; 16% não haviam iniciado o processo de adaptação, mas sabiam da necessidade; e 24% sequer sabiam o que era LGPD. Ambos os estudos, no entanto, focaram em médias e grandes empresas, que têm mais recursos, condições e - em geral - conhecimento para promover os ajustes necessários. Para micro e pequenas empresas, não localizamos estudos nesse sentido, mas a percepção pessoal é que a situação está um caos - os micro e pequenos empresários dizem que não acreditam na Lei, ou que não possuem orçamento e, portanto, não poderiam se adequar. De qualquer forma, espera-se que a ANPD regulamente a situação das micro e pequenas empresas, que é bastante diferente da empresas de âmbito nacional ou até mesmo multinacional.

As melhores práticas recomendam, em primeiro lugar, anonimizar os dados sensíveis sempre que possível, deixando-os visíveis somente para quem realmente precisa ter acesso a esse dado. Também é necessário seguir as demais medidas se segurança para que esses dados não fiquem expostos ou sujeitos a vazamentos, até mesmo em outras áreas dentro da empresa - isso vale tanto para ambientes informatizados quanto para ambientes físicos, como arquivos, por exemplo. Além disso, é importante garantir outros aspectos, como políticas de senhas, rastreabilidade de acesso etc.

Já existe uma orientação feita pela Casa Civil da Presidência da República sobre as melhores práticas de como adequar um documento à LGPD; contudo, no setor público há uma complexidade de dados muito grande - são inúmeros sistemas, tecnologias heterogêneas, muitas fontes de dados e muitas informações que estão públicas sem um propósito específico para isso. Para melhorar a situação, é importante que o órgão público faça todo o mapeamento dos dados, entenda todas as fontes de dados, os sistemas, os riscos associados a cada um dos dados que são tratados… ou seja, seguir o passo-a-passo que toda e qualquer organização deve seguir para se adequar à LGPD. Importante destacar que existe uma ilusão de que o setor público estaria isento da LGPD, no entanto a lei não faz essa distinção - pelo contrário, alguns dos dados pessoais mais significativos estão em posse do setor público, como dados do SUS, registro de documentos, dados custodiados por cartórios etc.

Vários dos vazamentos mais recentes ocorreram em servidores em nuvem, ou seja, não é porque o datacenter está na nuvem que a segurança já está garantida. Muitas vezes o provedor da nuvem fornece a infraestrutura, mas não implementa as políticas de segurança, e os dados acabam ficando desprotegidos. Isso acontece até mesmo em casos de multinacionais, ou em negócios internacionais quando é necessário fazer uma transferência internacional de dados e a empresa não sabe nem mesmo onde está localizado o datacenter. Na verdade, a LGPD possui 170 itens de conformidade - obviamente não é o fato de colocar os dados em nuvem que garantirá “magicamente” que todos esses itens serão atendidos! Em geral, quanto mais longe do nosso controle, mais medidas de segurança e precaução se tornam necessárias.

Como a Lei já está em vigor, é necessário começar a pensar no básico - o que pode ser feito imediatamente, com o menor custo e com a maior agilidade. O primeiro passo poderia ser aumentar a conscientização da equipe da micro e pequena empresa sobre o que é a LGPD, qual o seu impacto e como cada um pode contribuir para garantir a segurança dos dados pessoais dos seus clientes, colegas e fornecedores. Isso pode ser feito buscando na internet material de divulgação, como vídeos, blogs, cursos etc. Outra ação que pode ser tomada sem nenhum grande investimento é um “do yourself” - o empresário deve tentar entender quais os dados que ele tem, como são usados, quais são realmente necessários - isso pode ser feito em uma planilha ou num processador de textos. Também pode criar uma política de privacidade e de tratamento de dados pessoais - há modelos prontos na internet, que podem ser adequados com pouco esforço pelas micro e pequenas empresas, que em geral não possuem um volume de dados pessoais tão expressivo. Mas vale ressaltar que, apesar da Lei já estar em vigor, a ANPD ainda precisa regulamentar como será a sua implantação em micro e pequenas empresas - fica, portanto, a dica: no caso do pequeno empresário,  comece com o básico, mas até que a ANPD se pronuncie, é recomendável muita cautela para fazer qualquer investimento mais significativo.

EnglishFrançaisDeutschPortuguêsEspañol
Rolar para cima

Relato de Incidente

Use este formulário para relatar incidentes e/ou fazer denúncias, inclusive anônimas, que violem ou gerem suspeitas sobre a integridade dos colaboradores, procedimentos ou atitudes do Instituto Modal

Produção de Conteúdo

O que é produção de conteúdo

Na educação corporativa, produzir conteúdo significa criar material didático adequado ao seu público com o objetivo de desenvolver um conhecimento, habilidade e/ou competência específico. Esse material didático deve ser produzido de forma a atender diferentes estilos de aprendizagem – textual, visual, audiovisual, hands-on, colaborativo…

A produção de conteúdo para uma Universidade Corporativa deve levar em consideração diferentes fatores, como o perfil do público, a duração do curso, o acesso à tecnologia, os recursos disponíveis e o objetivo de cada curso.

Benefícios para a empresa

O conteúdo produzido de maneira adequada para cada público e curso facilita muito todo o processo de formação dos colaboradores:

  • Aumenta a facilidade de absover conhecimentos, competências e habilidades
  • Torna o curso mais leve e divertido, o que reduz a evasão e aumenta a retenção dos conhecimentos
  • Favorece a curiosidade e a vontade de aprender mais
  • Aumenta o engajamento do colaborador (tanto no curso quanto no seu trabalho)
  • Favorece a integração entre os colaboradores e a própria empresa
  • Reduz o custo com novas capacitações

Como o Instituto Modal pode ajudar

Os profissionais do Instituto Modal possuem milhares de horas de experiência na produção de conteúdo para diferentes públicos e modalidades de ensino, incluindo cursos presenciais, a distância e híbridos. Essa experiência se reverte em um conjunto de boas práticas que podem ajudar a:

  • Criar e produzir conteúdo adequado a diferentes áreas, públicos, setores e segmentos
  • Avaliar a qualidade de conteúdo produzido por terceiros (que pode vir a ser adquirido pela empresa)
  • Adequar conteúdos prontos de uma modalidade para outra (por exemplo, se sua empresa possui uma capacitação presencial e pretende aplicá-la na modalidade a distância, o conteúdo precisa ser revisto para se adequar ao modelo não-presencial)

Inteligência Artificial na Prevenção do Abuso Sexual Infantil na Internet

O Problema

A ONG End Violence Against Children lançou uma chamada para projetos que atendam os seguintes objetivos:

  1. Detecte, remova e denuncie imagens e vídeos com conteúdo ou atos sexuais envolvendo crianças e adolescentes (geralmente chamados de material de abuso sexual infantil, ou CSAM).
  2. Bloqueie o acesso de adultos a crianças em plataformas digitais destinadas a abusar sexualmente delas (geralmente chamadas de solicitação ou tratamento sexual on-line).
  3. Interrompa a transmissão ao vivo de abuso sexual infantil realizada na frente de uma câmera (geralmente chamada de transmissão ao vivo de material de abuso sexual infantil).
  4. Impeça o abuso sexual de crianças on-line antes que isso aconteça, incluindo prevenção e soluções direcionadas diretamente a agressores sexuais online e adultos com interesse sexual em crianças.

A quantidade de variáveis a serem consideradas para uma abordagem deste tipo inviabiliza o uso de soluções convencionais.

Abordagem do Modal

O Instituto Modal, em parceria com a Universidade de Ottawa, desenvolveu metodologia para identificar padrões de abordagem textual de mensagens entre assediadores e crianças, o que contribui para prevenir o abuso sexual infantil on-line. A solução desenvolvida utiliza recursos de inteligência artificial (abordagem conexionista) para construir o perfil de personalidade das pessoas envolvidas no chat, gerando como resultado padrões de comportamento que podem ser comparados com aqueles de abusadores conhecidos. Caso a IA perceba que determinada troca de mensagens apresenta determinada combinação de fatores de risco, um operador humano pode ser acionado para avaliar as mensagens e confirmar (ou não) se é o caso de uma intervenção policial.

Inteligência Artificial para a Eficiência Energética na Indústria

O Problema

Em indústrias, um dos fatores de custo de relevância está na conta de energia elétrica. Fábricas consomem grandes quantidades de energia para sua operação, com o funcionamento quase ininterrupto de grandes máquinas e equipamentos. Em alguns casos, a energia pode representar até 5% dos custos de uma linha de produção. A Brasal Refrigerantes solicitou ao Instituto Modal uma análise exploratória das informações de consumo da sua fábrica de refrigerantes em Brasília, com foco no sistema de resfriamento de água utilizada na planta industrial. Para isso, forneceu os registros de consumo elétrico e as medições dos sensores referentes ao sistema de resfriamento de água dos últimos 12 meses. A pergunta a ser respondida era: é possível reduzir o consumo de energia elétrica utilizada pelo sistema de resfriamento sem que isso reduza a produção da fábrica?

Abordagem do Modal

A partir dos registros entregues, a equipe de Inteligência Artificial utilizou uma abordagem conexionista para descobrir padrões e relações entre os diversos eventos capturados e disponíveis nos dados. A análise exploratória (primeira etapa na pesquisa por uma resposta) elencou diferentes comportamentos que identificaram os momentos de maior e menor consumo em função de diferentes aspectos e situações verificadas pelos sensores, levando à conclusão que:

  1. Sim, é possível reduzir o consumo de energia do sistema de resfriamento sem reduzir a produção da fábrica; e
  2. O monitoramento contínuo do sistema de resfriamento aliado à instalação de novos sensores permitirá automatizar várias ações que poderão levar tanto à redução ainda maior de energia quanto a menor necessidade de manutenção dos equipamentos de resfriamento, reduzindo o down-time da planta e aumentando a vida útil dos equipamentos. O projeto caminha para a Fase 2, que consiste na criação de ferramentas para automatizar essas medições e ações.

Inteligência Artificial e a Patologia do Concreto

O Problema

Edificações em concreto (prédios, viadutos, estruturas etc.) localizadas em cidades com determinados padrões climáticos são acometidas por doenças causadas por essas condições – daí o termo “patologia do concreto”. Essa situação requer acompanhamento e manutenção periódicos para garantir que as estruturas permaneçam sólidas e sem risco de desabamento. A avaliação dessas estruturas é feita através da análise de fotografias microscópicas de seções das estruturas. Um profissional especialista demora, em média, dois meses para identificar e diagnosticar uma eventual patologia do concreto, a um custo elevado e um risco ainda maior em função da quantidade de edificações que precisam ser examinadas.

Abordagem do Modal

Em parceria com pesquisadores da Universidade de Ottawa, o Instituto Modal foi capaz de desenvolver uma Prova de Conceito (PoC) com Inteligência Artificial utilizando técnicas de machine learning (especificamente, deep learning) e treinamento supervisionado. A solução é capaz de analisar e identificar se há ocorrência de uma série de patologias em minutos, reduzindo a carga de trabalho do perito e viabilizando melhores condições de manutenção das estruturas. Com isso, é possível realizar manutenção preventiva e identificar possíveis doenças enquanto ainda se encontram em estágio inicial, reduzindo significativamente os custos de manutenção e prevenindo tragédias. O resultado dessa PoC foi apresentado pelo pesquisador Romualdo Alves na 9th International Conference on Bridge Maintenance, Safety and Management (Melbourne, Australia, 9-13 Jul 2018), sob o título “The use of machine learning techniques to assess damage in critical infrastructure”.

Inteligência Artificial e Similaridade da Legislação Federal

O Problema

O Brasil – assim como vários outros países – sofre com uma quantidade excessiva de leis, normas, decretos, portarias etc. que regulam, em diferentes níveis, as mesmas coisas. É comum encontrar diferentes atos aplicando diferentes regras para objetos idênticos ou muito semelhantes, até mesmo quando os atos são expedidos pelo mesmo nível de poder. Ao se caminhar de maneira transversal, o problema se amplia exponencialmente, ao ponto de haver contradições, incoerências e vazios em assuntos das mais diversas naturezas. Como um órgão pode:

  1. minimizar a probabilidade de legislar sobre algo que já existe ato normativo de maneira a não entrar em contradição com esse ato?
  2. saber o que é necessário ser revogado (total ou parcialmente) para que um novo ato tenha eficácia?
  3. identificar carências regulatórias que necessitem ser tratadas sem entrar em contradição com outras regulações já existentes em diferentes órgãos e níveis de governo?

Abordagem do Modal

O Instituto Modal dedicou-se a esse problema e elaborou uma Prova de Conceito a partir da aplicação de algoritmos de inteligência artificial que consegue, a partir de análise textual não supervisionada, verificar a similaridade semântica entre diferentes atos, destacando pontos de convergência e identificando atos que tratam do mesmo objeto. Com isso, o legislador consegue ter mais clareza sobre quais pontos devem realmente ser abordados, quais já estão satisfatoriamente tratados nas normas existentes, e quais precisam ser revogados. Essa solução contribui para reduzir o tempo gasto em pesquisas, melhorar a assertividade dos resultados, aumentar a clareza e reduzir a ambiguidade legal, aumentando a segurança jurídica.

Painel COVID-19 no Brasil e no Mundo

O Problema

Como acompanhar o desenvolvimento do contágio de uma pandemia em nível mundial, extraindo informações que contribuam para conter o surto e salvar vidas?

Abordagem do Modal

Com a crise de saúde sem precedentes, o Instituto Modal construiu um painel com o mapeamento diário dos casos confirmados, mortes e recuperados no mundo. A abordagem é exploratória e construída “on the fly”, ou seja, ao mesmo tempo em que novas informações são disponibilizadas.

Inteligência Artificial na Análise de Discursos Parlamentares

O Problema

Um problema usual para personalidades públicas é avaliar o impacto e a qualidade da mensagem transmitida em um discurso ou fala pública. No caso de parlamentares, essa situação ganha dimensão ainda maior em função do impacto que um pronunciamento pode ter. O desafio é saber, antecipadamente, qual o impacto que um discurso poderá ter junto ao público e, posteriormente, qual a real repercussão junto à imprensa.

Abordagem do Modal

Técnicas de inteligência artificial voltadas a análise textual permitem acoplar uma série de inferências sobre o texto de um discurso (ou notícia, anúncio, tweet etc.). Dentre elas, destacam-se:

  • análise sêntica (detecta o sentimento predominante no texto)
  • perguntas e respostas contextualizadas
  • detecção de frases-chave
  • detecção de estruturas nomeadas (nomes próprios, entidades, siglas etc.)

Além disso, é possível utilizar referências cruzadas a partir das frases-chaves detectadas automaticamente para avaliar o que tem sido discutido sobre o assunto em jornais, redes sociais e outras fontes de informação on-line.

O Instituto Modal realizou análise exploratória dos discursos de parlamentares no ano de 2018 na Câmara dos Deputados como Prova de Conceito dessa abordagem

Inteligência Artificial e a PEC da Previdência

O Problema

Quando se trabalha em um projeto de grandes proporções e que envolve muitas pessoas e diferentes opiniões e pontos de vista, é um desafio relevante conhecer e conciliar as diversas perspectivas e interesses. No meio político, isso é especialmente relevante quando da discussão de projetos de lei, emendas e outras atividades parlamentares.

Como saber quem pensa da mesma forma? Quais as tendências políticas de cada parlamentar que se aproximam ou se afastam do tema em discussão? O que a imprensa repercute a partir do posicionamento de cada um? Qual a percepção de um determinado artigo proposto para a Lei?

Abordagem do Modal

Utilizando uma combinação de análise textual e datamining, acoplados a técnicas inovadoras de inteligência artificial, o Instituto Modal montou uma Prova de Conceito para analisar a Proposta de Emenda Constitucional da Previdência enquanto seu texto ainda estava em discussão. A partir do texto proposto para a Lei, a PoC identificou automaticamente a temática de cada artigo e correlacionou com os discursos dos parlamentares à época da tramitação. Ao mesmo tempo, também correlacionou tanto os temas dos artigos quanto os discursos como que era veiculado na imprensa. O resultado trouxe a disponibilidade, em tempo real, de se cruzar temas propostos nos artigos da PEC da Previdência, como cada parlamentar se posicionava sobre o assunto (e as eventuais mudanças de posicionamento ao longo do tempo) e de que maneira a mídia reagia a cada novo pronunciamento ou alteração do texto.

Fale conosco!

Vamos adorar falar com você!

Universidade Corporativa

O que é uma Universidade Corporativa

Uma universidade corporativa é um conjunto de práticas e modelos de gestão de aprendizagem de uma organização que como objetivo a capacitação permanente dos seus colaboradores. Podem ser implementadas de diferentes maneiras dependendo do objetivo da empresa – presencial, a distância ou híbrida são as mais comuns.

Nos últimos anos o mundo corporativo tem dado preferência à modalidade de educação a distância em função da flexibilidade, do melhor acesso à tecnologia e dos custos serem mais baixos, especialmente para empresas de grande porte e/ou que possuem filiais em diferentes localidades.

Benefícios para a empresa

  • Educação contínua e capacitação para os colaboradores
  • Conteúdo alinhado com os objetivos estratégicos da organização
  • Desenvolve a cultura organizacional
  • Incentiva e facilita a inovação empresarial
  • Demonstra que a organização valoriza os colaboradores
  • Aumenta a retenção e a produtividade dos colaboradores
  • Facilita a identificação de líderes
  • Custo baixo e investimento significativamente menor do que capacitar em empresas externas

Como o Instituto Modal pode ajudar

Possuímos equipe com anos de experiência na área educacional e de capacitação empresarial em diversas modalidades. Com esse repertório de profissionais, o Modal pode assessorar a sua organização em todos os aspectos da criação da sua Universidade Corporativa – da elaboração do modelo de aprendizagem até a produção de conteúdos, caso necessário. Também oferecemos as soluções tecnológicas mais adequadas para atender à realidade da sua empresa, seja qual for o seu porte ou segmento de atuação.

Tecnologias para Capacitação

O que são tecnologias para capacitação

São soluções tecnológicas que facilitam o processo de aprendizagem. No contexto empresarial, costumam ser um conjunto de ferramentas disponibilizado pela empresa para que os colaboradores desenvolvam uma ou mais competências necessárias para o trabalho. Tecnologia não significa necessariamente computadores ou outras soluções de última geração. Muitas vezes uma tecnologia tradicional, como um quadro branco, é o suficiente para desenvolver a habilidade necessária. Em outros casos pode ser preciso utilizar recursos mais sofisticados, como simuladores, realidade aumentada, inteligência artificial… No mundo empresarial, as tecnologias para capacitação mais utilizadas são os computadores e celulares, capazes de entregar conteúdo de diversas maneiras.

Benefícios para a empresa

O uso correto de um conjunto de tecnologias para capacitação pode agregar valores consideráveis para a sua empresa. Dentre os principais, vale destacar:

  • Padronização do acesso ao conteúdo e conhecimento corporativo
  • Desenvolvimento de habilidades de comunicação e aumento da produtividade da equipe de trabalho
  • Transformação do conhecimento tácito em conhecimento explícito
  • Facilidade para atualizar conteúdos e alinhar novas competências
  • Agilidade na transferência de conhecimento
  • Simplicidade na difusão de informações estratégicas
  •  

Como o Instituto Modal pode ajudar

O Instituto Modal tem acesso a uma grande variedade de ferramentas para capacitação. Isso acontece por dois motivos principais:

  1. Somos uma Instituição de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICT), o que nos coloca em contato com diversas oportunidades para conhecer novos modelos, ferramentas e técnicas voltadas à aprendizagem e difusão do conhecimento em todo o mundo; e
  2. Nossa equipe de colaboradores é formada, em grande parte, por profissionais que desenvolveram durante muitos anos atividades educacionais, incluindo o papel de professores, coordenadores e diretores de instituições de ensino.

Com isso, podemos indicar as ferramentas mais adequadas para ajudar a sua empresa a adotar as melhores soluções possíveis para capacitar seus colaboradores.

Definição de Plataforma de Educação a Distância

O que é uma plataforma de educação a distância

Também conhecidas como LMS (Learning Management System ou Sistema de Gestão de Aprendizagem), as plataformas de EAD são software que fazem a gestão, oferta e acompanhamento de cursos virtuais (algumas plataformas trabalham também com cursos presenciais ou híbridos). Ou seja, o LMS é um tipo de software que ajuda a sua empresa a criar, gerenciar e oferecer cursos pela Internet.

Um bom LMS oferece funcionalidades como gestão de conteúdo (ou seja, dos cursos); testes e exercícios (incluindo avaliação de aprendizagem); ferramentas de chat e/ou videoconferência; fórum para discussões e/ou dúvidas; e gestão de alunos (incluindo acompanhamento da evolução do aluno). Há inúmeras outras funcionalidades que os melhores LMS costumam oferecer – cabe à empresa escolher a melhor solução conforme as suas necessidades.

Benefícios para a empresa

A escolha de um LMS adequado pode trazer muitos benefícios para a sua empresa. Os principais são:

  • Redução dos custos com treinamento e capacitação
  • Melhoria da conformidade em relação a normas, requisitos e práticas da empresa
  • Aumento do engajamento e da colaboração entre os colaboradores
  • Mais agilidade na aplicação de treinamentos
  • Facilidade para fazer diagnósticos da organização e corrigir eventuais gaps de formação
  • Escalabilidade a baixo custo, com a possibilidade de inscrever até milhares de colaboradores em um único treinamento (dependendo do treinamento, é claro!)

Como o Instituto Modal pode ajudar

O Instituto Modal mantém-se atualizado em relação aos principais fornecedores mundiais de soluções de EAD, o que inclui os LMS. Com isso, temos um excelente conhecimento sobre as características, funcionalidades e custos de cada uma das principais soluções disponíveis, incluindo opções gratuitas e de código livre. Com isso, o Modal pode:

  • Ajudar sua empresa a escolher a melhor opção conforme a sua realidade
  • Fazer a implementação do LMS
  • Capacitar sua equipe a utilizar a ferramenta (alguns dos principais fornecedores não possuem filial no Brasil)
  • Prestar suporte técnico e/ou pedagógico (ou seja, contribuir para o uso da ferramenta e ajudar os instrutores no desenvolvimento de conteúdos)

Inteligência Artificial para Análise de Discursos Parlamentares

Inteligência Artificial para o Setor Jurídico

O Problema

O Judiciário brasileiro é dos sistemas onde se verifica o maior acúmulo de processos em tramitação de todo o mundo. São milhares de ações de diversos tipos que carecem de sentenças rápidas e coerentes entre si. Outro problema é a terminologia utilizada – não há um vocabulário específico utilizado por todos os magistrados, o que resulta em diferentes formas de expressar o mesmo significado, o que é comum na linguagem de maneira geral. Esse cenário torna quase impossível criar entendimentos comuns, o que, por sua vez, gera decisões conflituosas entre diferentes ministros, trazendo insegurança jurídica à população. Além disso, é muito difícil encontrar esses conflitos para buscar conciliar votos e sentenças, especialmente em diferentes instâncias.

Abordagem do Modal

O Instituto Modal desenvolveu uma Prova de Conceito que varre as decisões do Superior Tribunal de Justiça e identifica padrões utilizando técnicas de análise textual através de inteligência artificial. Com isso, cria relações, identifica gargalos, organiza as informações e permite atuar de maneira pontual onde realmente é necessário. O painel criado destaca diversos aspectos do processo judiciário, como demandas por região, por ministro e por tipo de instrumento jurídico; resultados dos processos; decisões; partes; e vários outros elementos. Também é possível criar funis e especializar ainda mais os resultados com diversos filtros.

Os próximos passos desse projeto são a criação de um vocabulário semântico a partir das diferentes terminologias utilizadas pelos ministros e relatores, a automatização dos processos de coleta, extração e tratamento das informações e a aplicação de técnicas de predição, o que trará ferramentas para melhorar a assertividade de decisões, com potencial para reduzir a quantidade de ações e o tempo de tramitação dos processos.

Inteligência Artificial para Eficiência Energética

Inteligência Artificial para o Setor Jurídico

Painel COVID-19 no Brasil e no Mundo

Entrar

Homologação de Equipamentos SSA/ARTESP

O Instituto Modal é a primeira organização a se credenciar como Órgão Certificador Designado (OCD) pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) para o sistema semiautomático de pedágio em todo o estado. Com isso, passamos a ser responsáveis pela homologação de equipamentos utilizados pelas concessionárias nas rodovias de SP.

Certificação em Proteção de Dados Pessoais

Criada para garantir conformidade às organizações certificadas em relação à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPDP – Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018), o Instituto Modal criou a Certificação em Proteção de Dados Pessoais (CPDP). A CPDP avalia o grau de maturidade da organização em relação a:

  • sistemas e tecnologias de segurança das informações pessoais de clientes, colaboradores e funcionários (todas as pessoas físicas na área de atuação da organização);
  • processos de coleta, tratamento, organização, armazenagem, uso e descarte das informações pessoais;
  • treinamento e capacitação de todos os profissionais envolvidos em qualquer aspecto relacionado a informações pessoais

Laboratório de Inovação Ribeira Brava

O Laboratório de Inovação Ribeira Brava é um Ambiente Promotor de Inovação, constituído com base no Marco de Ciência, Tecnologia e Inovação. Trata-se de um espaço voltado ao desenvolvimento de projetos de ciência, tecnologia e inovação gerenciado e mantido pela Tecnipar Ambiental e pelo Instituto Modal.

Laboratório de Lógica e Raciocínio Crítico

O Laboratório de Lógica e Raciocínio Crítico (LLRC), supervisionado pelo Prof. Walter Carnielli, é o “celeiro” de inovação do Instituto Modal. Nesse laboratório são discutidas novas ideias e conceitos, produzidas publicações científicas, realizados acompanhamento de teses e dissertações de doutorado e mestrado, promovidos encontros e rodas de debate com cientistas de todo o mundo e criadas as bases para novos projetos de pesquisa aplicada.

Dúvida do Colaborador

Ajude a enriquecer a nossa Base de Conhecimento e tire a sua dúvida

[betterdocs_feedback_form]

Cadastro para Solicitação de Bolsa

Faça parte da equipe de pesquisa do Instituto Modal


Envio de Resultado de Pesquisa

Faça a entrega do seu artigo, relatório ou outro documento de pesquisa

Suporte: orientações específicas para Clientes

Se você já é cliente, parceiro ou colaborador do Instituto Modal, você pode usar nossos sistema de suporte para fazer solicitações específicas. Confira nas abas o que você quer fazer e siga as orientações. Se ainda tiver dúvidas, envie um e-mail para [email protected] que responderemos o mais rápido possível.

Sugerimos copiar e colar o texto no bloco de notas ou no Word para você poder consultar durante o preenchimento do ticket de suporte!

Inteligência Artificial para Automação Industrial

O Problema

A X-SENSORS está desenvolvendo uma plataforma digital de simulação e imersão completa em realidade aumentada de ambientes de produções para industriais de manufaturas. Esse ambiente requer a digitalização e renderização da planta industrial real (fábrica), bem como de todos os equipamentos (máquinas), incluindo suas especificações técnicas. A partir dessas especificações, a proposta da X-SENSORS é realizar automaticamente a configuração da linha de produção no ambiente de simulação e, idealmente, implementar essa configuração em fábricas, de maneira automatizada. Essa solução tem o potencial de reduzir o tempo necessário à configuração da linha de produção e, consequentemente, aumentar a produtividade da indústria, reduzindo o tempo ocioso, eliminando erros de configuração e melhorando a eficiência. A quantidade de variáveis a serem consideradas para uma abordagem deste tipo inviabiliza o uso de soluções convencionais.

Abordagem do Modal

O Instituto Modal utilizou uma combinação de abordagens de inteligência artificial simbólica e conexionista para a construção da melhor solução para o problema, que se apresenta de maneira determinística para certos casos e probabilística para outros. Essa situação levou a uma série de inovações para tratar um conjunto de fenômenos da área industrial, dentre as quais se destaca uma abordagem ontológica acoplada ao desenvolvimento de soluções específicas, implementadas em linguagem de programação em lógica (Prolog). Essa abordagem ficou registrada com o nome de Ontoprolog(TM). O projeto continua em andamento, com a otimização das soluções e incorporação de novas técnicas e resultados. A quantidade de variáveis a serem consideradas para uma abordagem deste tipo inviabiliza o uso de soluções convencionais.